domingo, 29 de agosto de 2010

Pescaria Entre Irmãos - 28/08/10

Neste domingo fomos eu e meu irmão Bernardo ao Coqueiral Park, parque aquático e pesque pague nos arredores de Olinda. Berna, que é o pescador da história, se encarregou de preparar os equipamentos e de arrumar tudo, ficando a meu encargo nos levar até lá! hehehe




Chegando lá tentamos um pouquinho com as artificiais e nenhuma ação. Mas, pelo menos deu para ver o pirarucu famoso que tem por lá, que deve ter bem 1 metro de comprimento ou mais. Ele emergiu por alguns segundos enquanto tentávamos com as artificiais.



Trocamos de lago e na primeira vez que Berna colocou a isca (massa) na água, fisgou um baita de um tambaqui, que ele me passou para eu puxar. O bicho rendeu uma briga boa danada e devia pesar uns quatro quilos.




No decorrer do dia peguei mais umas 3 tilápias e Berna pegou mais 1 tambaqui e umas 3 tilápais.



Pescaria arretada!

Abraços a todos.

Caminho da Fé - Décimo terceiro dia - 08/08/10

09/08/10 – Aparecida -> Casa (Recife – PE)

Acordei relativamente cedo, tomei café e fui à Basílica, onde pude participar da missa das 9:00h. Tirei varias fotos, gravei o último videolog da viagem e voltei ao hotel. Embalei a bike, preparei tudo e parti à rodoviária, onde eu pegaria um ônibus para São José dos Campos e então para Guarulhos.




Detalhe: esqueci a credencial e o certificado na rodoviária de São José dos Campos. Fica aqui o agradecimento ao pessoal da rodoviária, que os enviou para mim pelo correio sem cobrar nada. Dei sorte de eles terem encontrado.




No aeroporto conheci a Érika, que já tinha feito o Caminho de bike junto com seu marido, saindo de Águas do Prata.
Peguei meu vôo, meu pai me pegou no aeroporto e cheguei em casa. Resgatamos ainda uma tartaruga que estava atravessando a rua em plena cidade!!! Heheh Ela estava indo de um rio que passa na lateral da via a um açude, do outro lado.




Missão mais que cumprida, com todas suas dificuldades, momentos tristes, alegres e reflexivos. Valeu? Muito. Não teria conseguido sem o apoio de Deus, em primeiro lugar, da minha família que me permitiu ir e me deu todo o apoio necessário, e às pessoas que conheci pelo caminho, elementos essenciais e únicos na construção do que veio a ser uma experiência única na minha vida.

Caminho da Fé - Décimo Segundo dia - 08/08/10

08/08/10 – Campos do Jordão -> Aparecida
Acordei tarde para o que deveria ser o dia mais fácil do caminho: descida e planos asfaltados apenas. Mas, nessa altura do campeonato, não estava mais acreditando em dia fácil, em se tratando de Caminho da Fé.

Tomei café, me agasalhei e sai. De cara, até passar uns quilômetros da pousada, tem uma subidinha leve, de uns 3 km, mas que não estava conseguindo vencer devido à fadiga muscular. Passando disso foi só felicidade, peguei a rodovia ao invés de seguir ao lado das dormentes do trem e deixei a bike descer sem pegar muita velocidade, freando aqui e ali.



Ao chegar perto de Piracuama fiz um desvio e fui à Pousada Serra da Mantiqueira carimbar minha credencial. Poderia ter ido também à pousada Champétre, mas teria que voltar um pouco mais e resolvi não fazê-lo.
Estava num ritmo muito bom, fazendo média próxima a 20km/h, a melhor da viagem.
Passei então em Pindamonhagaba para o trecho final da viagem, trecho este feito com o coração batendo alto, querendo sair pela boca de tanta ansiedade para ver a Basílica, tão esperada.



Dei meu máximo para chegar a Aparecida. Quando cheguei à cidade passei direto da Pousada Jovimar, onde me hospedaria, e segui direto para a Basílica. Quando lá cheguei percebi o que já tinha lido em alguns outros relatos: o importante do Caminho não é a chegada à Basílica, mas sim a ida até ela. Não é pisar nos degraus ou pegar o certificado que nos torna peregrinos, mas sim todo o caminho, seus ensinamentos e dificuldades.



Dentro da Basílica, que por sinal é uma das construções mais belas que já pude ver, segui à secretaria com bike e tudo, onde peguei meu certificado e voltei à pousada, onde ainda pude almoçar e descansar bastante no quarto.



A sensação de dever cumprido se espalhava totalmente por mim, mas também uma saudade grande do Caminho já aparecia. Neste momento só tive uma certeza: eu ainda vou voltar, sem dúvida.
Terminei o dia conversando com o Djalma, gerente da pousada e fui dormir.